De acordo com boletim da fundação cearense de meteorologia e recursos hídricos-funceme-divulgado na manhã deste domingo, choveu em apenas 10 municípios cearenses, nas últimas 24;00hs. e a maior preciptação verificou-se em Ipaumirim, atingindo a marca de 80.6mm;em seguida vem Barro,onde choveu 79.1mm;an seguência Aquiraz teve chuva de 60.0mm e Aurora registrou 53.7mm de chuva e São Gonçalo do Amarante teve chuva de 41.0mm.
domingo, 27 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
RÁDIO RIO DAS GARÇAS VOLTA DEPOIS DE 16 ANOS FORA DO AR
A comunidade Itaremense conta,agora, com uma forte aliada na luta e defesa dos reais e verdadeiros interesses da coletividade, qual seja a rádio rio das garças, que voltou a funcionar, depois de 16 anos fora do ar.
A emissora consagra o pioneirismo e retrata a visão e o espírito público que norteavam a personalidade do seu fundador,pe. Aristides. A reabertura da rádio rio das garças é motivo de orgulho e envaidecimento para todo povo de Itarema, que recebe o empreendimento com alegria,acreditando que com o veículo de comunicação de massa terá a oportunidade de falar mais alto sobre suas demandas e cobrar a concretização dos seus sonhos junto às autoridades constituídas do município, do estado e do país.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
RODRIGO JANOT PEDDE AO STF AFASTAMENTO DE EDUARDO CUNHA DO CARGO DE DEPUTADO FEDERAL
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou na tarde desta quarta-feira (16) aoSupremo Tribunal Federal (STF) um pedido de afastamento cautelar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de deputado federal e de presidente da Câmara. Para a PGR, a saída é necessária para preservar as investigações contra o parlamentar.
A Procuradoria destacou ao STF que os documentos apreendidos nesta terça-feira (15) nas buscas realizadas pela Operação Lava Jato nas casas e nos escritórios do parlamentar do Rio reforçaram as provas que já haviam sido reunidas pelos procuradores da República.
O pedido foi encaminhado ao ministro Teori Zavascki, relator do processo da Lava Jato no Supremo. A Zavascki, caberá acolher, rejeitar ou passar a decisão para o plenário da corte. Por se tratar de presidente de um poder, o pedido de Cunha não pode ser analisado por uma das turmas do STF.
O último dia de trabalho do Supremo neste ano é na próxima sexta (18). A a partir de sábado (19), a corte, então, entrará em recesso. Se não houver decisão até sexta, o STF só decidirá sobre Cunha no ano que vem.
Em entrevista coletiva concedida na Câmara após a divulgação do pedido de afastamento, Eduardo Cunha afirmou que ação da PGR é uma "cortina de fumaça" e que o procurador-geral da República tenta "tirar o foco" do julgamento do rito de impeachment na Suprema Corte.
O último dia de trabalho do Supremo neste ano é na próxima sexta (18). A a partir de sábado (19), a corte, então, entrará em recesso. Se não houver decisão até sexta, o STF só decidirá sobre Cunha no ano que vem.
Em entrevista coletiva concedida na Câmara após a divulgação do pedido de afastamento, Eduardo Cunha afirmou que ação da PGR é uma "cortina de fumaça" e que o procurador-geral da República tenta "tirar o foco" do julgamento do rito de impeachment na Suprema Corte.
A iniciativa de Janot tem como objetivo assegurar a continuidade das investigações criminais contra Eduardo Cunha e a instrução dos processos. Para o chefe do Ministério Público, é preciso evitar que o peedemebista use o cargo para "destruir provas, pressionar testemunhas, intimidar vítimas ou, de obstruir as investigações de qualquer
modo".
modo".
Em nota, a assessoria da PGR esclareceu que o afastamento do peemedebista do Legislativo é necessário para garantir a ordem pública, a regularidade de procedimentos contra ele no STF, mas também a normalidade das investigações no Conselho de Ética, onde Cunha é alvo de processo por quebra de decoro parlamentar.
Rodrigo Janot ressaltou no pedido enviado à Suprema Corte que Cunha pode vir a perder o mandato, por via judicial ou política, tanto por ele ser suspeito de ter cometido corrupção e lavagem de dinheiro, quanto por ter mantido dinheiro no exterior sem declarar à Receita.
"Graves fatos, concretos e recentes, impõem o afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara dos Deputados, visto que vem utilizando essa relevante função em benefício próprio e de seu grupo criminoso com a finalidade de obstruir e tumultuar as investigações criminais existentes contra si", afirma Janot no pedido.
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Motivos
O procurador listou 11 fatos que, segundo ele, comprovam que o presidente da Câmara usa seu mandato de deputado e o comando da Casa para constranger e intimidar parlamentares, réus colaboradores, advogados e agentes públicos.
Entre os fatos, Janot faz referência a requerimentos supostamente ordenados pelo deputado para fiscalizar a empresa Mitsui, que teriam por objetivo pressionar o empresário Julio Camargo a retomar pagamento de propina a ele. Cunha já negou estar por trás dos pedidos.
A PGR também aponta o mesmo tipo de procedimento para pressionar o grupo Schahin, cujos sócios já admitiram pagamento de propina a partir de desvios da Petrobras. Os requerimentos foram assinados por aliados do deputado, registra a PGR.
Além disso, Janot também menciona a convocação, pela CPI da Petrobras, da advogada
Beatriz Catta Preta, que defendia e negociava delações na Lava Jato. Para a PGR, Cunha "valeu-se de seus aliados para constranger e intimidar quem ousou contrariar seus interesses". Ao Jornal Nacional, a advogada declarou que se sentia intimidada e constrangida na sua atuação, o que a levou a deixar a profissão.
Outro motivo é a contratação da empresa Kroll, que realiza investigação financeira, para auxiliar os trabalhos da CPI. Para a PGR, o objetivo não foi apurar crimes contra a Petrobras, mas descobrir algo que pudesse comprometer as colaborações com a Operação Lava Jato.
O procurador listou 11 fatos que, segundo ele, comprovam que o presidente da Câmara usa seu mandato de deputado e o comando da Casa para constranger e intimidar parlamentares, réus colaboradores, advogados e agentes públicos.
Entre os fatos, Janot faz referência a requerimentos supostamente ordenados pelo deputado para fiscalizar a empresa Mitsui, que teriam por objetivo pressionar o empresário Julio Camargo a retomar pagamento de propina a ele. Cunha já negou estar por trás dos pedidos.
A PGR também aponta o mesmo tipo de procedimento para pressionar o grupo Schahin, cujos sócios já admitiram pagamento de propina a partir de desvios da Petrobras. Os requerimentos foram assinados por aliados do deputado, registra a PGR.
Além disso, Janot também menciona a convocação, pela CPI da Petrobras, da advogada
Beatriz Catta Preta, que defendia e negociava delações na Lava Jato. Para a PGR, Cunha "valeu-se de seus aliados para constranger e intimidar quem ousou contrariar seus interesses". Ao Jornal Nacional, a advogada declarou que se sentia intimidada e constrangida na sua atuação, o que a levou a deixar a profissão.
Outro motivo é a contratação da empresa Kroll, que realiza investigação financeira, para auxiliar os trabalhos da CPI. Para a PGR, o objetivo não foi apurar crimes contra a Petrobras, mas descobrir algo que pudesse comprometer as colaborações com a Operação Lava Jato.
O quinto motivo alegado foi a convocação, também pela CPI, de sócios do grupo Schahin e do doleiro Alberto Youssef, colaborador das investigações, com quebra de sigilos fiscal, telefônico e telemático de seus familiares.
Dinheiro do FGTS
Dois delatores da operação Lava-Jato ouvidos pela Procuradoria Geral da República prestaram depoimento na semana passada e disseram que o presidente da Câmara cobrava propina para a liberação de dinheiro do FGTS, de um fundo destinado a empresas.
Dois delatores da operação Lava-Jato ouvidos pela Procuradoria Geral da República prestaram depoimento na semana passada e disseram que o presidente da Câmara cobrava propina para a liberação de dinheiro do FGTS, de um fundo destinado a empresas.
Os delatores contaram que montaram uma rede de contas bancárias na Suíça e em Israel para receber o dinheiro. As informações foram publicadas nesta quarta-feira pela revista "Época".
Segundo a procuradoria, nesse esquema era fundamental a participação de Fábio Cleto, ex-vice presidente da Caixa. O G1 não conseguiu contato com Cleto.
A revista trouxe o seguinte trecho: “O procurador-geral da república indica que elementos supervenientes corroboram o envolvimento de Fábio Ferreira Cleto no suposto pagamento de propina para Eduardo Cunha justamente para liberação de verbas do FI-FGTS.”
A Procuradoria Geral da República afirma que já conseguiu identificar o pagamento de R$ 52 milhões em propina divididas ao longo de 36 depósitos que foram feitos até setembro de 2014, quando a Lava Jato já tinha seis meses.
Nos documentos divulgados, a revista mostra que um dos delatores manda uma mensagem para outro falando o seguinte: “questionado sobre e-mail datado de 26 de abril de 2012, em que o depoente informa à pessoa cujo nome de usuário é Rico, sobre o envio 'do nosso amigo' de um livro de 181 páginas sobre túneis 'suissos', e que seria conveniente confirmar se recebeu o livro e se gostou das fotos”.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
RENAN CALHEIROS ACUSA VICE MICHEL TEMER PELA DIVISÃO DO PMDB
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), responsabilizou o vice-presidente da Republica, Michel Temer, pela divisão no partido. Temer, que também é presidente do PMDB, articulou com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma reunião da Executiva Nacional, que aprovou hoje (16) uma resolução estabelecendo que novas filiações de deputados federais e senadores sejam possíveis somente após o aval da Executiva do partido.
“Não quero analisar quem tem força ou quem não tem no PMDB. Só quero lembrar da responsabilidade do presidente do partido. É ao presidente do partido que cabe construir a unidade partidária. Não é difícil isso. A quem serve a divisão do PMDB? Dividir o PMDB para quê? O papel do presidente do PMDB é construir a união dessas forças todas, desses setores todos. O presidente tem responsabilidade nessa divisão”, criticou Renan.
Para Renan Calheiros, barrar deputados é resgatar o chamado “centralismo democrático”Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
De acordo com o presidente do Senado, com a medida Temer, que não participou da reunião desta manhã, está resgatando o chamado “centralismo democrático” para barrar deputados.
“A partir do momento em que uma Executiva estabelece que só pode entrar quem o colegiado quiser, está barrando o crescimento do próprio PMDB em beneficio de alguém. Não sei em beneficio de quem”, afirmou.
Ainda em tom de crítica ao vice-presidente da República, Renan disse que a maior crítica à carta em que Michel Temer se queixou da presidenta Dilma Rousseff é que, “em nenhum momento, o documento demonstrou preocupação com o Brasil”.
Sobre a época em que Temer assumiu a coordenação política do governo, Renan lembrou ter alertado que o partido não poderia transformar sua participação na distribuição de cargos “em um RH”. Mesmo assim, segundo o senador, “o PMDB só queria saber de cargos e “minimizou durante o tempo em que ocupou a coordenação seu próprio papel”.
No momento das declarações de Renan, o vice-presidente da República participava da cerimônia de cumprimentos aos oficias generais com a presidenta Dilma Rousseff, em Brasília. Ele não havia se manifestado sobre as críticas do presidente do Senado até a publicação da reportagem.
Edição: Armando Cardoso
PMDB DECIDE FAZER TRIAGEM PARA ADMITIR NOVAS FILIAÇÕES
Karine Melo - Repórter da Agência Brasil
A Executiva Nacional do PMDB aprovou hoje (16) uma resolução que obriga que todas as novas filiações partidárias de deputados federais e senadores sejam aprovadas pelo colegiado. O vice-presidente da sigla, senador Valdir Raupp (RO), que presidiu a reunião, negou que o objetivo da medida é barrar articulação do Palácio do Planalto e da bancada peemedebista do Rio de Janeiro de trazer deputados de outros partidos para a sigla na intenção de apoiar a volta do deputado Leonardo Picciani (RJ) para a liderança do aprtido na Câmara.
Picciani é aliado da presidenta Dilma Rousseff e foi substituído por Leonardo Quintão (MG).
Constrangimento
“Não vejo que isso seja para proteção de A ou B, é um filtro. A disputa está entre dois líderes. Se um tem condição de trazer [aliados de outros partidos], outro também tem. O que tem que acabar é essa história de lista, isso tem causado um constrangimento muito grande para os parlamentares que tem que ficar entre uma lista e outra. Quando há duas listas em jogo, isso divide a bancada, acabam tomando partido os senadores e os governadores”, afirmou Raupp.
O senador também minimizou a aprovação da resolução. “O vereador com mandato para entrar no partido precisa passar pelo Diretório municipal, um deputado estadual precisa do consenso da bancada do partido nos estados e também a da Executiva estadual, então foi puxada para a Executiva Nacional essa prática”, explicou. Segundo Raupp, nos casos de deputado federal e senador, a Executiva terá prazo de dez dias para apreciar e aprovar o nome do interessado em ingressar no partido.
Cunha
A ideia da resolução foi articulada pelo presidente do PMDB, Michel Temer, e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), em reunião na segunda-feira (14), ambos não compareceram ao encontro.
Perguntado sobre a força que o presidente da Câmara ainda tem no partido, Raupp desconversou. “O partido precisa desse tempo para compreender todos esses episódios, inteligência para buscar caminhos e coragem para seguir em frente. Acho que o PMDB tem feito isso ao longo de sua história. O PMDB não vai se abalar de maneira nenhuma. Se alguns membros do PMDB estão com problemas, o PMDB é muito grande e vai sobreviver a todas essas intempéries, todas essas turbulências”, disse.
Reação
O ex-líder da legenda na Câmara Leornado Picciani, que foi vencido na votação, reagiu à medida e afirmou que vai questioná-la judicialmente, com apoio de alguns diretórios estaduais. “A rigor ela [ a resolução] não poderia ser feita, porque qualquer mudança no estatuto só pode ser feita na convenção [do partido]. A Executiva não tem autoridade e nem poder estatutário para modificar o estatuto do partido, portanto, criou-se esse mecanismo para dar um contorno de legalidade, mas que certamente não configura legalidade”.
Picciani criticou a influência de Eduardo Cunha no partido. “É lamentável que o PMDB, que sempre teve na sua condução a marca do diálogo, tenha permitido que a truculência e os desmandos que hoje marcam a direção da Câmara dos Deputados tenham vindo para dentro do partido”, disse. O parlamentar também ressaltou que vai trabalhar para a realização de uma nova eleição para líder em fevereiro, quando começa a nova legislatura.
Edição: Carolina Pimentel
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
AÇÕES DA LAVA JATO ATINGEM EM CHEIO TODAS AS LIDERANÇAS DO PMDB
Foram alvos de ação de busca e apreensão dois atuais ministros de Dilma que vinham dando suporte a ela contra o impeachment: Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Henrique Eduardo Alves (Turismo)
A mais recente fase da Operação Lava Jato atingiu em cheio as principais lideranças nacionais do PMDB, partido que está prestes a romper com a presidente Dilma Rousseff. Foram alvos de ação de busca e apreensão dois atuais ministros de Dilma que vinham dando suporte a ela contra o impeachment: Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Henrique Eduardo Alves (Turismo).
Indicado para o cargo por Leonardo Picciani (PMDB-RJ), Pansera foi ligado no passado recente ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em depoimento à Polícia Federal, o doleiro Alberto Youssef chegou a chamar Pansera de “pau mandado” de Cunha. Após se tornar ministro, Pansera passou a defender Dilma.
A residência oficial da Presidência da Câmara, onde mora Cunha, também foi alvo da PF. Depois que fracassou o acordo que tentou fechar com o PT para evitar um processo no Conselho de Ética, ele foi o responsável pela admissibilidade de um pedido de impeachment contra Dilma. Desde julho, quando as investigações contra ele avançaram, passou a dizer que é perseguido pelo governo e se disse “rompido pessoalmente” com a presidente.
Ex-presidente da Câmara, Henrique Alves foi indicado ministro pela bancada do partido e com o apoio do vice Michel Temer. Ontem ele chegou a ter uma audiência com Temer no Palácio do Planalto. Como publicou o Estado no domingo, ele defende publicamente Dilma, mas nos bastidores disse que “fica no cargo até quando Temer quiser”. O vice tem unido forças no PMDB a favor do impeachment.
Até então principal aliado de Dilma, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi atingido indiretamente. Houve busca e apreensão na sede do diretório do PMDB de Alagoas, que é comandado pelo senador. Em 2014, a sigla elegeu como governador no Estado Renan Filho.
Outro nome ligado a Renan, segundo as investigações, é do deputado Aníbal Gomez (PMDB-CE), que também sofreu busca em sua residência.
Também alvo da ação, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) integra o grupo pró-Dilma no partido ao lado de Renan. Na maior parte do primeiro mandato dela, Lobão foi ministro de Minas e Energia.
PF CUMPRE MANDADOS NA CASA DE EDUARDO CUNHA E NA CÂMARA FEDERAL
A Polícia Federal faz nesta terça-feira, 15, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) uma operação de busca e apreensão na residência oficial do presidente da Câmara Eduardo Cunha, em Brasília, e na casa do parlamentar no Rio. O deputado é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República, nas investigações da Operação Lava Jato. A operação da PF tem outros alvos: o ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera (PMDB-RJ), o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), os deputados Anibal Gomes (PMDB-CE) e Áureo Lídio (SD-RJ), o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier (PMDB-RJ), o ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto (aliado de Cunha e exonerado na semana passada pela presidente Dilma), Aldo Guedes – ex-sócio de Eduardo Campos -, Lúcio Bolonha Funaro – delator do Mensalão -, Altair Alves Pinto – emissário de propina de Cunha, segundo os investigadores – e o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado foram alvo de busca e apreensão.
A operação Catilinárias cumpre ao todo 53 mandados de busca e apreensão – na Câmara dos Deputados, sede do PMDB em Alagoas, na empresa Estre Ambiental, em endereço relacionado a Wilson Quintela Filho -dono da Estre – na residência dos investigados, endereços funcionais, sedes de empresas, escritórios de advocacia e órgãos públicos – expedidos pelo STF, referentes a sete processos instaurados a partir de investigações da Lava Jato. Os mandados, expedidos pelo ministro Teori Zavascki, estão sendo cumpridos no Distrito Federal (9), em São Paulo (15), no Rio (14), no Pará (6), em Pernambuco (4), em Alagoas (2), no Ceará (2) e no Rio Grande do norte (1).
Três carros da Polícia Federal e sete policiais estão na frente da residência oficial de Cunha. O perímetro foi isolado. O celular de Eduardo Cunha foi apreendido.
Catilinárias são uma série de quatro discursos do cônsul romano Cícero contra o senador Catilina.
Eduardo Cunha foi denunciado pelo Ministério Público Federal em agosto. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que acusa Eduardo Cunha de ter recebido propina no valor de ao menos US$ 5 milhões para viabilizar a construção de dois navios-sondas da Petrobrás, no período entre junho de 2006 e outubro de 2012.
Celso Pansera foi apontado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, como “pau mandado” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
O deputado Aníbal Gomes é alvo de quatro inquéritos no STF. O parlamentar é suspeito de ser ‘interlocutor’ do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que teria usado Anibal Gomes como “interlocutor” dos contatos com a diretoria de Abastecimento da Petrobrás – reduto do PP no esquema de corrupção instalado na estatal.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
NEGUINHO DAS FURNAS INCENTIVA A PRÁTICA ESPORTIVA EM ARACOIABA
O empresário Francisco Alves da Silva, mais conhecido como Neguinho das Furnas ( PSD ), pré candidato a vice prefeito em chapa encabeçada por Thiago Campelo ( PDT ) faz balanço otimista do último fim de semana em que esteve recebendo adesões e mantendo contatos com lideranças nas mais diversas localidades do interior do município de Aracoiaba.
Sempre acompanhado do pré candidato a prefeito, Thiago Campelo ( PDT ) Neguinho das furnas citou o caso de Cid Brasil, que deixou de apoiar o ex-prefeito Ary Ribeiro, que sempre teve o auxílio de sua força política naquela região de Aracoiaba, resolvendo aderir ao projeto de renovação apregoado pelo jovem advogado Thiago Campelo.
Thiago Campelo, Neguinho das Furnas e Cid Brasil fizeram uma verdadeira festa esportiva na localidade de Poços, no último sábado, com a realização de um torneio de futebol reunindo várias equipes da região. Neguinho das Furnas vê na prática esportiva uma saída para tirar o jovem do mal caminho e direcioná-lo para algo útil e saudável.É um incentivador nato e consciente do esporte de Aracoiaba.
No domingo, a dupla dinâmica Thiago/Neguinho das Furnas esteve ao lado de outra forte liderança que atende pelo nome de Josemar e Passagem Funda fazendo algumas visitas.
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