terça-feira, 2 de abril de 2013

MINISTÉRIO PÚBLICO DENUNCIA OITO PESSOAS NO CASO DA BOATE KISS

O Ministério Público do Rio Grande do Sul anunciou nesta terça-feira ter denunciado oito pessoas no caso do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, em 27 de janeiro. São menos pessoas do que a Polícia Civil do Estado havia sugerido no inquérito sobre o caso.
O incêndio, que provocou 241 mortes e deixou centenas de feridos, começou durante um show da banda Gurizada Fandangueira, em que houve o uso de um artefato pirotécnico.
A Promotoria apresentou à Justiça acusação formal contra quatro suspeitos por homicídio doloso (com intenção de matar ou quando se assume o risco).
Esses denunciados estão presos desde o dia seguinte à tragédia: os sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann --por não terem adotado a espuma adequada para isolamento acústico--, o vocalista da banda, Marcelo de Jesus dos Santos, e o produtor do grupo, Luciano Bonilha Leão --ambos por serem responsáveis pelo uso do artefato.
Dois bombeiros também foram denunciados sob acusação de fraude processual, por supostamente terem alterado provas após o incêndio.

Incêndio em casa noturna no RS

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Germano Roratto/Agência RBS/Folhapress
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Segundo o coordenador da Defesa Civil, Adelar Vargas, o fogo teria começado na espuma de isolamento acústico, no teto Leia mais
A Promotoria também optou por denunciar duas pessoas sob acusação de falso testemunho (mentir à polícia): Elton Uroda, ex-sócio da Kiss, e o contador Volmir Panzer. Segundo os promotores, eles são suspeitos de ocultar a participação do pai de Elissandro Spohr, Eliseo, na sociedade da casa noturna. Dos denunciados, apenas Panzer, contador de uma empresa de Eliseo, não havia sido indiciado.
Outras pessoas apontadas no inquérito continuarão sendo investigadas. Ao todo, a polícia havia indiciado 16. No inquérito, concluiu que outras cinco também deveriam responder por homicídio doloso qualificado: dois bombeiros, o gerente da casa noturna e a mãe e a irmã de Spohr, que também participavam da administração da Kiss.
O inquérito da polícia também considerou que dois fiscais da prefeitura e dois secretários municipais deveriam ser responsabilizados por homicídio culposo (sem intenção).
A polícia havia ainda responsabilizado outras 12 pessoas no relatório do inquérito. Entre elas, estavam o prefeito de Santa Maria, Cezar Schirmer (PMDB), cujo caso tem de ser levado ao Tribunal de Justiça devido ao foro privilegiado, e bombeiros que precisariam ser julgados por uma corte militar especial.

Editoria de Arte/Folhapress
Conheça as principais falhas da tragédia que deixou mais de 200 mortos e 100 feridos em Santa Maria, no RS
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NOVAS INVESTIGAÇÕES
Os três promotores que analisaram o caso pediram à polícia mais investigações sobre quatro pessoas que haviam sido indiciadas. Entre elas, estão Marlene e Angela Callegaro (mãe e irmã de Spohr), o secretário municipal Miguel Passini (Mobilidade Urbana) e o chefe da fiscalização da prefeitura Beloyannes Pietro Júnior.
O Ministério Público optou por não levar adiante o indiciamento de três pessoas: o gerente da boate, Ricardo Pasche, o secretário municipal Luiz Alberto Carvalho Junior, e o funcionário da prefeitura Marcus Vinicius Bittencourt.
O próximo passo, após a acusação da Promotoria, é a análise da denúncia pela Justiça. O juiz responsável precisará decidir se aceita ou não a denúncia. Se ela for aceita, os acusados se tornam réus. Os quatro presos podem ser levados ao Tribunal do Júri.
O subprocurador para Assuntos Institucionais do Ministério Público, Marcelo Dornelles, disse que as divergências em relação ao relatório policial são "naturais".
Ao concluir o inquérito, há duas semanas, a Polícia Civil anunciou que iria ainda investigar outras questões relacionadas ao caso, como a possibilidade de documentos terem sido sonegados e o uso de fogos por outras pessoas dentro da boate.

SETE PESSOAS MORREM APÓS MICRO ÔNIBUS CAIR DE VIADUTO SOBRE A AVENIDA BRASIL,NO RIO

Um micro-ônibus caiu do viaduto Brigadeiro Trompowski sobre a avenida Brasil, na região da Maré, perto do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na tarde desta terça-feira. Segundo o Corpo de Bombeiros, ao menos sete pessoas morreram no acidente --cinco homens e duas mulheres.
Os feridos foram levados para os hospitais de Bonsucesso, Saracuruna, Souza Aguiar, Miguel Couto e Getúlio Vargas. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, duas pessoas deram entrada no Miguel Couto em estado grave, com politraumatismo. Outras duas pessoas estão em observação no Souza Aguiar. Não há informações sobre o total de sobreviventes.
O ônibus da empresa Paranapuan fazia a linha 328 (Ilha do Governador-Castelo), quando caiu do viaduto, por volta das 16h20. Os bombeiros não sabem informar se outros veículos foram atingidos.
Ao menos dois helicópteros da polícia foram enviados ao local para socorrer as vítimas. As duas aeronaves pousaram nas pistas central e lateral da avenida, no sentido centro, que estão interditadas para o tráfego.

Reprodução/Globo News
Ônibus cai de viaduto sobre a avenida Brasil, na zona norte do Rio de Janeiro; há feridos
Ônibus cai de viaduto sobre a avenida Brasil, na zona norte do Rio de Janeiro; ao menos sete pessoas morreram

BANDEIRA, O SÍMBOLO DA PERSISTÊNCIA DA POLÍTICA DO MACIÇO DE BATURITÉ

O prefeito municipal de Redenção,município encravado na região do maciço de Baturité, e que é  carinhosamente tratado como Bandeira, em conversa com o gazetão do ceará disse que, embora tenha recebido a prefeitura local em situação muito difícil, está tocando a sua administração com criatividade sempre visando o bem estar do povo que o elegeu.
Aliás, Bandeira é o tipo do político persistente e, por isso, hoje é o prefeito de Redenção,pois foram duas tentativas seguidas  e frustradas e, sòmnte na terceira vez que disputou o mesmo cargo de prefeito conseguiu conquistar a cadeira de mandatário maior do município de Redenção.
Dentro de sua simplicidade, Bandeira está sempre solícito e atende a um por um dos cidadãos que o procuram e, normalmente tem a solução para cada problema que lhe é apresentado.

Reunião de líderes é para achincalhar, diz Feliciano

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) demonstrou ontem ceticismo sobre a reunião de líderes partidários na Câmara que tratará do seu caso. O encontro estava marcado para ontem e ficou para a semana que vem.
"Eu não recebi o convite ainda. Estou estudando se eu vou atender. Regimentalmente, não tem o que ser feito. Eu não sei o que faria nesse colégio de líderes. Ir ali para ser oprimido e achincalhado por um grupo de pessoas que, na verdade, deveria defender o Parlamento -e não abrir um precedente como está sendo feito. Acho muito perigoso", disse o deputado.
Em entrevista ao Poder e Política, programa da Folha e do UOL, Feliciano falou de maneira franca sobre suas convicções como pastor, sua outra atividade além da política. Ao dizer mais uma vez que não vai renunciar ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, comparou-se ao atual presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN).
"Todos nós sabemos que o deputado Henrique Alves chegou à presidência [da Câmara] debaixo de muita pressão, debaixo de muita luta. Eu me espelho nele. Esse vigor que eu estou tendo de suportar essa pressão se inspira nele", declarou Feliciano, que tem 40 anos e sofre críticas diárias por estar no comando da Comissão de Direitos Humanos.
Henrique Alves foi eleito para presidir a Câmara em fevereiro em meio a acusações de irregularidades, como manter dinheiro no exterior sem declarar, entre outras. Alves negou culpa. "Tantos jornais falando sobre ele e mesmo assim ele permaneceu. Eu quero ter a mesma chance que ele teve de permanecer e provar que eu posso fazer um bom trabalho", disse Feliciano.
Na entrevista, o deputado também diz estar insatisfeito com o tratamento recebido do governo da presidente Dilma Rousseff. Coloca em dúvida um alinhamento automático que evangélicos poderiam ter com o projeto de reeleição da petista.
Relata ter vestido a camisa de Dilma em 2010, mas agora se sente traído pelo PT, pois vários integrantes do partido pedem a sua saída da CDHM. "O PT pegou um grupo de deputados e veio contra mim", diz.
Sua maior mágoa é com a ministra da Casa Civil, Glesi Hoffman, que não o ajudou a ter audiência com Dilma Rousseff ou com o ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, para tratar do impasse na comissão de Direitos Humanos.
Neste mês, Feliciano diz esperar o apoio de 24 mil pastores que estarão em Brasília para um congresso da Assembleia de Deus. O deputado aguarda também outras manifestações a seu favor. "[Eles, o movimento LGBT] colocam 20, 50, 200 pessoas na rua. Se é público que eles querem ver, nós temos 50 milhões [de fiéis] no país".
A respeito de sua declaração recente sobre a CDHM ter sido no passado comandada por "Satanás", explicou não se referir a alguém especificamente, mas a todos que pensam de forma diferente da sua. "Satanás", no caso, seriam "os adversários" no campo das ideias.
Conservador nos costumes, Feliciano explicou a maioria das suas opiniões que vêm sendo alvo de críticas. Negou ser racista ou homofóbico. Disse que ele e o papa Francisco, da Igreja Católica, são perseguidos pelos simpatizantes da causa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).
É contra o aborto, entre outras razões, por ter presenciado a prática quando era jovem. Sua mãe chegou a manter uma casa clandestina de abortos. Na "12ª semana, estamos falando de um bebê com três meses de idade. Já tem sentimentos. Já sente dor. Abortar uma criança de três meses é assassinato", diz.
E a frase polêmica no Twitter sobre negros serem amaldiçoados? Explica que seria apenas uma expressão da Bíblia. Hoje "escreveria da mesma forma, mas diria que a frase não termina aqui".
A interpretação de que houve racismo seria "maldade nos olhos de quem lê". Quem? "Um grupo de pessoas na internet. O movimento LGBT. Nós temos tudo isso catalogado. Eles acabaram empesteando o país inteiro com esse pensamento".
Feliciano acha que o Brasil vive uma "ditadura gay" e relata que na Assembleia de Deus, "tem muitos casos de ex-gays".
É necessária uma lei para combater a homofobia? Ele acha que não. Se a lei for aprovada, teria de se fazer o mesmo para outras minorias -por exemplo, para quem é "caolho" ou "banguelo".
Contrário a manifestações públicas de carinho entre gays, o deputado acredita que os próprios homossexuais saberiam que se trata de algo inconveniente. Cita o caso de artistas mulheres se beijando em público para protestar. "Você viu algum artista masculino dar algum beijo na boca de outro artista masculino? Não tem. Por quê? Porque eles sabem que isso vai chocar a população. Porque um beijo feminino talvez choque menos".
Na política, diz admirar os colegas deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Chico Alencar (PSOL-RJ), além de Ulysses Guimarães (1916-1992).
Cantor de músicas religiosas, Feliciano diz alisar o cabelo e fazer a sobrancelha. "Pecado é quando a tua vaidade te põe acima de Deus", diz.

ADERSON MAIA REELEITO PARA COMANDAR A ABRACE POR MAIS QUATRO ANOS

O radialista,jornalista e advogado cearense, Aderson Maia, mais conhecido como Dedeco, presidente do sindicato dos radialistas do estado do ceará e que, concomitantemente, preside, também a Associação Brasileira dos Cronistas Esportivos-ABRACE-ganhou mais uma disputa eleitoral na entidade nacional e vai continuar presidindo a Abrace por mais quatro anos.
A eleição foi realizada no Rio de Janeiro e Dedeco derrotou, no voto direto, o confrade Heraldo Leite (para citar apenas um ), coordenador de esportes da rádio globo do Rio de Janeiro.
O mandato de Aderson Maia à frente da Associação Brasileira dos Cronistas Esportivos tem duração de quatro anos,o que garante ao cearense gerir a entidade nacional até 2017,período em que o Brasil sediará a Copa das Confederações já agora em junho de 2013, a copa do mundo, em 2014 e os jogos olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
Aderson Maia se reelegeu com dois terços dos votos, ou seja, 18X9, o que elimina qualquer possibilidade de dúvida sobre a liderança que exerce sobre todos os cronistas esportivos do Brasil.
Parabéns Aderson Maia por um tento logrado em sua militância sindical e que lute, cada vez mais, por melhores condições de trabalho para todos nós cronistas brasuleiros e cearenses, em particular. São os votos deste humilde cronista e do nosso gazetão do ceará.
Ontem, Dedeco, que já havia passado por Goiânia, encontrava-se em Vitória do Espírito Santo, onde fora participar das festividades alusivas ao aniversário da entidade que gongrega os cronistas esportivos daquele estado e retorna hoje à noite à Fortaleza. Amanhã, quarta feira, estará dando seu expediente normal no sindicato dos radialistas profissionais do estado do Ceará.