terça-feira, 29 de maio de 2012

PREFEITO DE AURORA TEM ADMINISTRAÇÃO APROVADA POR 84,8 % DA POPULAÇÃO

O Prefeito municipal de Aurora, na região do cariri cearense, Adailton Macedo, tem sua administração aprovada ( conceitos bom e ótimo ) por 84,8 % da população aurorense, o que o deixa em condições confortabilíssimas para buscar um novo mandato nas eleições de outubro próximo.
Na mesma pesquisa realizada o governador do estado  do Ceará, Cid Gomes, tem seu governo aprovado por 91% dos moradores de Aurora, enquanto a presidenta Dilma Roussef lidera com seu governo tendo a aprovação de 97% da população de Aurora.
Com seus 84,8 por cento de aprovação de sua administração o prefeito Adailton Macedo disse que isso só o incentiva a continuar trabalhando em prol do bem estar do povo de Aurora, e é o que está fazendo porque, segundo ele, o povo que o elegeu merece respeito e consideração.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


Ganso vai operar o joelho e deve parar por até um mês

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BERNARDO ITRI
DO PAINEL FC
SPFW 2012Atualizado às 17h41.
Paulo Henrique Ganso voltou a sentir dores no joelho direito e será submetido a uma cirurgia na sexta-feira, um dia após o jogo decisivo contra o Vélez Sarsfield. Mas, mesmo com dores, o meia está confirmado para a partida de amanhã --ele sofrerá infiltração na região.
Jorge Araújo - 17.mai.12/Associated Press
O meia Paulo Henrique Ganso em jogo do Santos
O meia Paulo Henrique Ganso em jogo do Santos
A Folha apurou que a artroscopia servirá para retirar resíduos das outras operações a que o meia foi submetido. A informação foi confirmada pelo estafe do jogador.
Ganso, portanto, ficará de fora dos amistosos da seleção (ele foi cortado no final da tarde por Mano Menezes). Jogar as semifinais da Libertadores, caso o Santos passe de fase, ainda é uma certeza.
O período de recuperação para esta cirurgia é de três a quatro semanas.
Também na tarde desta quarta, o Santos confirmou a operação. "O atleta se queixou de incômodos e foi constatada uma sinovite, que vem sendo tratada de maneira conservadora. Porém, este tratamento chegou ao limite e a melhor forma de agora é a artroscopia. Com isso, PH Ganso não poderá servir à seleção e tem boas chances de voltar a jogar na semifinal da Libertadores, se o Santos passar pelo Velez", disse o médico do Santos, Rodrigo Zogaib.
"Eram dores que estavam atrapalhando meu desempenho nos jogos e nos treinos. Visando as semifinais da Copa Libertadores e a Olimpíada, decidi parar agora, para que possa estar 100% para estes desafios tão importantes para minha carreira, para o Santos e para a seleção brasileira", disse Ganso, através do site do clube.
O Santos enfrentará o Vélez às 20h, na Vila Belmiro. Como perdeu o jogo de ida, em Buenos Aires, por 1 a 0, a equipe paulista terá que ganhar por dois gols de diferença. para avançar à semifinal da Libertadores.
Ricardo Nogueira-22.abr.2012/Folhapress
O meia Paulo Henrique Ganso cobra um escanteio na partida contra o Mogi Mirim, na Vila Belmiro
O meia Paulo Henrique Ganso cobra um escanteio na partida contra o Mogi Mirim, na Vila Belmiro
HISTÓRICO DE LESÕES
Apesar de jovem, Ganso, 22, já teve três lesões sérias como profissional antes da atual.
25/08/2010 - Ganso rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo no duelo contra o Grêmio pelo Brasileiro. Foi operado dia 28 de agosto no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Voltou após 199 dias e ajudou na vitória sobre o Botafogo-SP por 2 a 1.
08/05/2011 - Ganso sentiu dores musculares na coxa direita no primeiro jogo da final do Paulista-2011 contra o Corinthians. Voltou após 45 dias, em 22 de junho, no segundo jogo da final da Libertadores-2011, contra o Peñarol, do Uruguai.
05/09/2011 - Ganso se machucou logo aos 9min do amistoso entre Brasil e Gana, em Londres. Teve uma lesão na coxa esquerda. Ficou dois meses sem jogar e voltou na vitória sobre o Vasco por 2 a 0, pelo Brasileiro, dia 6 de novembro.

Reage Araraquara entrega 12 mil assinaturas contra aumento de vereadores

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JOÃO ALBERTO PEDRINI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE ARARAQUARA
Amarrado a uma fita vermelha, um rolo de papéis contendo 11.999 assinaturas foi entregue na tarde desta terça-feira (22) na Câmara de Araraquara (273 km de São Paulo) pelo grupo Reage Araraquara.
O documento faz duas reivindicações: pede que se mantenham as atuais 13 vagas e o mesmo salário pago hoje aos vereadores.
Edson Silva/Folhapress
Integrante do movimento Reage Araraquara entrega para o presidente da Câmara documento com 12 mil assinaturas
Integrante do movimento Reage Araraquara entrega para o presidente da Câmara documento com 12 mil assinaturas
Os parlamentares aprovaram, no mês passado, um reajuste de 60% nos vencimentos --que passa de R$ 5.000 para R$ 8.000. Em agosto de 2011, aprovaram a elevação de 13 para 18 vereadores.
O presidente da Casa, Aluisio Braz (PMDB), o Boi, disse que a cidade vive novo momento político e que, se os vereadores acharem que algo deve mudar, a alteração pode ocorrer, "sem problemas".

DR.FERNANDO X CLOVIM: UMA GUERRA SILENCIOSA

Tomando por base as pesquisas de intenções de votos até aqui realizadas e em que Dr.Fernando Lima Lopes sempre liderou com uma vantagem bem considerável sobre os demais,a sucessão municipal de Baturité tem um capítulo à parte, qual seja a guerra silenciosa que está sendo travada nos bastidores. De um lado Dr. Fernando Lima Lopes, do outro Clóvis Amora Vasconcelos num verdadeiro combate cujo final vai apontar quem tem maior capacidade de transferir votos, já que ambos estão fora das disputas eleitorais de outubro próximo.
Por enquanto a pré candidatura que receberá as  bençãos do Dr.Fernando ainda está em fase de gestação, uma vez que o seu grupo conta com vários nomes que se acham em condições de ir para o campo de batalha urnística e se tornar prefeito da mais importante cidade do maciço de Baturité,como Francisco Altran, do PMDB, Bosco Cigano,do PSB, Dra. Cristiane,do PT, Rabelinho,do PDT e Renaldo Braga, do PSDB.Um deles será o candidato de consenso de todo o grupo e todos os integrantes deste mesmo grupo o apoiarão, pelo menos é o que apregoam. Pelo lado situacionista a prefeita Silvana Vasconcelos,em que pese ter a mais alta rejeição de toda a história política de Baturité vai buscar seu segundo mandato porque assim quer o seu marido e tutor político, Clóvis Amora Vasconcelos. O radialista Vieira Neto e o vereador Ivo Júnior insistem com suas pré candidaturas, respectivamente pelo PRTB e PTB.Dr. Ivo, pelo PCdoB está sendo paquerado para ser o vice na chapa da prefeita Silvana Vasconcelos. Assis Arruda, pré candidato do PRB foi procurado para compor no grupo do Dr. Fernando, mas a proposta feita não lhe agradou e, portanto o ex-diretor do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste mantém sua pré candidatura ao lado de Ivo do mercantil, seu vice.Segundo a mais recente pesquisa realizada os campeões de rejeição são a prefeita Silvana e o vice-prefeito Renaldo Braga. 

terça-feira, 22 de maio de 2012


Bancos são responsáveis por cheques sem fundos, decide TJ-SC

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GIOVANA PERINE
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE FLORIANÓPOLIS
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu que bancos devem cobrir cheques sem fundos emitidos por seus correntistas. Cabe recurso da decisão aos tribunais superiores.
A decisão do desembargador Fernando Carioni diz respeito a ações movidas por dois comerciantes das cidades de Laguna (sul de Santa Catarina) e de Guaramirim (norte do Estado).
Segundo Carioni, a decisão não garante que outras ações sejam decididas da mesma forma. "Para se criar jurisprudência é necessário que haja repetição de decisões no mesmo sentido, tanto por tribunais estaduais como por tribunais superiores."
Nos casos em Santa Catarina, os correntistas receberam cheques sem fundos como pagamento por produtos e serviços. Para reaver o dinheiro, entraram com ações contra os bancos que emitiram os cheques.
As ações foram julgadas improcedentes em primeira instância, mas os comerciantes apelaram ao Tribunal de Justiça.
Na decisão dos recursos, o desembargador afirmou que "a partir do momento que o banco fornece o talonário de cheques ao correntista sem suficiência de saldo mínimo em conta corrente, descumpre uma obrigação imposta por lei, que, gerando um prejuízo a outrem, faz nascer a responsabilidade civil para reparar o dano decorrente de sua atividade".
Segundo Carioni, o julgamento foi baseado em normas do Código de Defesa do Consumidor, pois existe uma relação de consumo entre as partes.
O desembargador afirma ainda que "não há nenhuma dúvida de que a devolução de cheques sem fundos decorre da falha da prestação do serviço das instituições financeiras, pois os correntistas só podem fazer uso desse crédito depois de autorizados por seu banco".
A decisão, contudo, reconhece o direito das instituições financeiras de ingressarem com ações contra os correntistas para recuperar os valores.
Nas ações, os dois bancos --Banco do Brasil e Bradesco-- disseram ter exigido dos clientes todos os documentos determinados por lei e que a responsabilidade pelos cheques sem fundos é dos correntistas.

Justiça nega pedido de liberdade de Carlinhos Cachoeira

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DE BRASÍLIA
DE SÃO PAULO
Atualizado às 18h22.
Por três votos a um, a Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou pedido de liberdade feito pela defesa de Carlos Augusto Ramos, acusado de corrupção e de comandar um esquema de jogo ilegal.
Carlinhos Cachoeira está preso preventivamente desde 29 de fevereiro, quando foi deflagrada a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.
Evaristo Sá/France Presse
Empresário Carlinhos Cachoeira em audiência na CPI que investiga suas relações com empreiteiras e políticos
Empresário Carlinhos Cachoeira em audiência na CPI que investiga suas relações com empreiteiras e políticos
A decisão do STJ foi tomada no mesmo dia que o empresário foi à audiência na CPI criada para investigar suas relações com empresários e políticos. Seguindo os conselhos de seu advogado, o empresário não respondeu às perguntas dos parlamentares.
O julgamento sobre o pedido foi iniciado na semana passada, quando três ministros votaram contra a soltura de Cachoeira. A ministra Laurita Vaz se declarou suspeita para o caso.
O desembargador convocado Adílson Macabu interrompeu a análise com um pedido de vista.
Ele discordou dos colegas e votou pela libertação de Cachoeira, com algumas condições, como a entrega de passaportes e o comparecimento periódico à Justiça. Foi voto vencido.
Macabu justificou seu voto usando o princípio da isonomia, já que outros acusados na Operação Monte Carlo estão soltos. Também disse que o fato de Cachoeira ser solto não significa um risco às investigações ou à ordem social. "Um tratamento diferenciado não pode ser agasalhado pela ordem jurídica", disse o magistrado.
Ele chegou a comparar com o caso do mensalão, lembrando que o procurador-geral da República aponta a existência de uma "sofisticada organização criminosa", mas que é "inquestionável que todos os denunciados permanecem em liberdade até hoje, decorridos cerca de sete anos daqueles fatos".
Também comparou com a situação de Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), outro que não está preso.
Nete pedido, a Procuradoria Geral da República havia defendido em parecer a manutenção da prisão do empresário.
O pedido de liberdade também foi negado pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região (Brasília).

Não vejo pressa no mensalão', diz Thomaz Bastos

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FERNANDO MELLO
DE BRASÍLIA
O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos afirmou nesta terça-feira (22) não ver pressa para o julgamento do mensalão.
Thomaz Bastos advoga no caso para José Roberto Salgado, diretor do Banco Rural. "Eu não vejo pressa. Por que vamos fazer correndo esse julgamento, quando tem tantos outros que não se fazem?", afirmou o advogado.
"É um argumento importante. Não estamos querendo demorar nem atrasar o julgamento. Só estamos querendo viabilizar o direito de defesa."
O ex-ministro, que também é advogado de Carlinhos Cachoeira, disse que o julgamento deve ser feito "dentro de um ritmo de normalidade", contrário à ideia de fazer sessões todos os dias da semana.
"Acho que duas sessões por semana seria ótimo. Outra coisa que não pode é colocar os advogados falando de enfiada. Colocar cinco advogados falando um atrás do outro, ninguém aguenta", afirmou.
"Acho que tem que julgar, mas julgar dentro do normal. Tem o outro mensalão, assim chamado, do PSDB mineiro. Está indo mais devagar", argumentou Bastos, em referência à ação penal em que o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) é réu.
Sergio Lima/Folhapress
Márcio Thomaz Bastos ao lado de Carlinhos Cachoeira durante audiência no Congresso nesta terça-feira
Márcio Thomaz Bastos (à dir.) ao lado de Carlinhos Cachoeira durante audiência no Congresso nesta terça-feira

Barbosa propõe três sessões semanais para julgar mensalão

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FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA
O julgamento do mensalão acontecerá durante as tardes de segundas, quartas e quintas e deve levar um mês para ser julgado. A proposta dos três dias foi feita na noite desta terça-feira pelo relator da ação, ministro Joaquim Barbosa.
O Supremo se reuniu nesta terça-feira, em sessão administrativa extraordinária para discutir, entre outros pontos, a formatação desse julgamento, por se tratar de um caso que envolve 38 réus. Após a reunião, o presidente do tribunal, Carlos Ayres Britto, chegou a dizer que está "praticamente batido o martelo" em relação à proposta de Joaquim Barbosa.
O início da análise do mensalão ainda não tem data para acontecer. Para que isso aconteça, ainda é necessário que o ministro Ricardo Lewandowski libere sua revisão sobre o caso.
Ayres Britto chegou a enviar aos colegas ontem três propostas de realização do julgamento. Na mais rápida delas, o julgamento dura três semanas e tem sessões durante o dia todo em todos os dias da semana. Na mais demorada, ocupa quatro dias da semana e acontece durante seis semanas, segundo os cálculos do presidente.
No ofício encaminhado aos colegas, Ayres Britto estabeleceu o dia 4 de junho para o início do julgamento, o que gerou certa confusão. Durante a reunião, a colega Cármen Lúcia chegou a questioná-lo se aquele dia estaria, de fato, estabelecido.
Ele, então, explicou que se tratava apenas de uma simulação. "O ministro Ricardo Lewandowski está sendo respeitado em sua consciência e na sua autonomia de vontade", afirmou o presidente do STF, no final do encontro.
Pouco antes da sessão começar, quando apenas quatro dos 11 ministros ainda estavam presentes no gabinete do presidente --local onde a reunião ocorreu--, o relator Joaquim Barbosa afirmou aos colegas que não teria condições, por conta de seu problema nas costas, de realizar sessões todos os dias, do início da manhã ao início da noite.
"Pela dimensão do caso, esse julgamento será extremamente cansativo", afirmou o relator.
Barbosa ainda lembrou que o STF não pode deixar de realizar as sessões de turma, que ocorrem nas terças-feiras, e que os ministros devem ter um dia para organizar o gabinete e cuidar dos outros processos.
Durante a sessão, o relator apresentou sua sugestão: sessões durante as tardes de segundas, quartas e quintas. O ministro chegou a adiantar que seu voto ultrapassa 1.000 páginas e afirmou que pretende organizá-lo em blocos, da mesma maneira como fez quando o STF recebeu a denúncia.
Naquela ocasião, o tribunal separou o caso por núcleos, indicando os personagens das áreas política, financeira e publicitária do esquema.
A discussão, porém, teve de ser interrompida por conta da sessão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), marcada para 19 horas, que conta com a presença de três ministros do Supremo.
Os ministros voltarão a debater o tema na próxima semana, em nova reunião administrativa.